|
HOJE
|
|
~oOo~
|
|
SOBRE
MIM
Meu
nome é
Letícia, Leka ou Let's. Palpiteira de tevê e cinema.
E-mail
|
|
~oOo~
|
|
|
|
~oOo~
|
|
O QUE
PASSOU
Arquivos
|
|
~oOo~
|
|
EXTRAS
|
|
~oOo~
|
|
CREDITOS

Lana Layout
|
|
|
BLONDE GIRLS
Em Agosto, duas das mais fotografadas (e polêmicas) louras de todos os tempos morreram de forma trágica. Ambas tinham apenas 36 anos. A atriz americana Marilyn Monroe foi encontrada nua, em sua casa, sob circunstâncias suspeitas, no dia 05 de Agosto de 1962. A "princesa do povo" Diana Spencer morreu da forma como vinha vivendo em seus últimos anos de vida: fugindo dos paparazzi em um túnel da França. Não faltaram também teorias da conspiração.
As duas eram extremamente fotogênicas, exaustivamente fotografadas e tiveram seus cortes de cabelo copiados no mundo todo. Eram lindas, mas infelizes no amor. Também oscilavam de humor e, vez ou outra, entravam em profunda depressão, com lágrimas expostas em jornais e revistas.
Marilyn casou-se por três vezes e teve inúmeros amantes, entre eles o presidente John Kennedy. Diana casou-se apenas uma vez, com um príncipe que virou sapo e também não faltaram amantes.
Marilyn fazia análise (sempre com picaretas, diga-se) e Diana consultava cartomantes. As duas faziam regimes malucos e brigavam com a balança.
Mulheres iguais a nós, as duas. Lindas, mas falhas. Encantadoras, mas chatas, por que não?
A GNT vai apresentar um documentário sobre Diana durante o mês de Agosto, além de apresentar a minissérie Blonde, sobre a vida de Marilyn Monroe, gravada em 2001, inspirada na biografia de mesmo nome, e exibida desde domingo último, com Poppy Montgomery no papel principal. Vale a pena dar uma espiada, especialmente para conferir a performance de Montgomery, perfeita como Marilyn, apesar do nariz grande.
Poppy Montgomery
SOLIDÃO PERIGOSA
Há um tipo de suspense hollywoodiano que, independente de recorrer à clichês, ainda causa calafrios. O personagem principal geralmente é um solitário aparentemente dócil e boa gente, que se aproxima de alguém mostrando as melhores intenções. Aos poucos, o espectador se dá conta de que aquela pessoa é um tanto quanto estranha e não tão bacana assim. Seu desejo de companhia ultrapassa limites e ela, além de querer ser sua vítima, também quer tê-la (sexualmente ou não).
Selecionei alguns filmes para quem gosta do gênero. Alguns são mais elaborados, outros são simplistas demais. Uns tem facas, assassinatos, musiquinha de medo. Outros, nem tanto.
1) Notas sobre um escândalo (2006)-
De Richard Eyre - Com Cathe Blanchet, Judi Dench
O mais recente deles e um dos melhores. O filme fala, na verdade, de duas obsessões: o de uma solitária e tradicional professora por uma professora mais jovem; e o desta última por seu aluno adolescente. Indicado ao OSCAR deste ano em várias categorias e ganhador de vários prêmios.
2) Mulher solteira procura (1993)-
De Barbet Schroeder - Com Jeniffer Jason Leigh, Bridget Fonda
Um dos mais conhecidos, marcou a carreira de Jeniffer Jason Leigh, que, para sempre, será esquisita aos meus olhos. Bridget Fonda é a mulher solteira do título que procura, e acha, além de uma companhia, alguém que quer viver e se apropriar de sua vida. Reprisado sempre na tevê aberta. Filme no estilo "Super Cine".
3) A mão que balança o berço (1992)-
De Curtis Hanson - Com Rebecca de Mornay
Rebecca de Mornay interpreta a mulher refinada e bela que, em busca de vingança, passa por babá em uma casa de família. Ela não quer apenas cuidar do bebê: quer ser a mãe dele. Para isso, precisa eliminar a verdadeira. Tenebroso.
4) O talentoso Mr. Ripley (1999)
De Antony Minghela - Com Matt Damon, Jude Law
Divisor de águas na carreira do, até então, sempre bom moço, Matt Damon. Damon faz o Ripley do título, um rapaz desajeitado que possui um dom incomum de imitar pessoas com perfeição. Ele se encanta pela vida de Dickie, um lindo playboy interpretado por Jude Law. Aos poucos, uma paixão velada se desenvolve; Ripley quer ter e ser Dickie.
É a segunda adaptação de um romance de mesmo nome. A primeira delas, que é considerada superior foi "O sol por testemunha", com o belo Alain Delon no auge da forma.
5) Louca obsessão (1990)
De Rob Reiner- Com Kathy Bates, James Caan
Paul Sheldon (James Caan) é um escritor famoso que sofre um acidente de carro, sendo socorrido por uma enfermeira (Kathy Bates) que se autodenomina sua fã número um. Ela o leva para sua casa e passa a cuidá-lo. Mas, ao ler os originais do novo livro do escritor, percebe que sua personalidade predileta será morta, fazendo com que sua personalidade doentia se revele. Sem poder se locomover, Sheldon se vê à mercê das loucuras da "fã.
Fonte auxiliar: adorocinema.com
UM ANO...
Este digníssimo blog faz um ano de idade hoje. Nasceu como uma brincadeira; costumava escrever meus textos sozinha e decidi dividí-los sem esperar muito que alguém fosse ler. O nome original? "That´s enterntainment!", inspirado em um documentário sobre os musicais da MGM e o mundo do entretenimento.
De entretenimento sobrou pouca coisa, pois a blogueira anda ocupada, com pouco tempo para isso (o que é uma pena). Ficou aqui um cantinho para assuntos diversos, descompromissado mesmo. Agradeço aos visitantes, alguns assíduos, amigos que fiz durante o tempo do blog. Tenho pretensões de aumentar o cantinho, escrever mais, mas isso vai demorar um pouquinho. Espero que continue sendo um espaço legal de bate-papo! O bolo está servido.
CULTURA DE ALMANAQUE
Um dos meus primeiros livros pesados (com mais de 200 páginas) foi um almanaque: um livro azulzinho, da turma da Mônica. Desde então, tenho fascinação por este tipo de literatura (se é que assim pode ser chamada). Ter cultura de almanaque não soa bem como um elogio, mas eu assumo o gosto pela coisa.
Nos últimos tempos, vários almanaques têm sido lançados com sucesso; alguns muito bons e indispensáveis para saudosistas como o dos Anos 70 e o dos Anos 80. Além destes, dois recentes me chamaram a atenção: o almanaque da música brega e o da televisão brasileira, com todas as curiosidades possíveis e uma coleção de fotos e ilustrações invejáveis. Para quem quiser presentear a dona do blog, taí uma sugestão infalível.
PAN SEM PSI...
Deu na "Folha de São Paulo" hoje: atletas do Pan não terão apoio de psicólogos em sua equipe técnica. A reportagem aponta preconceito por parte de pessoas ligadas ao esporte em relação a este tipo de atendimento. Alguns atletas, no entanto, terão apoio psicológico por conta própria.
É curioso que, se dependesse da televisão, psicólogos seriam profissionais altamente requisitados, dada a participação maciça em programas de entrevistas, debates, variedades ou até mesmo em telejornais. No entanto, Psicologia ainda é confundida com auto-ajuda. Até mesmo nas livrarias, livros deste filão (que dão receitas para tudo: de esquecer um homem a levá-lo para cama de melhor forma) são colocados em estantes de Psicologia. No esporte brasileiro a tradição é chamar algum palestrante da área motivacional, de preferência que tenha escrito algum livro de auto-ajuda ou passar filminhos. No entanto, o alcance de palestras deste tipo é limitado.
O ideal em competições deste porte (PAN, Olimpíadas e até mesmo na Copa) seria ter mais de um profissional para fazer o acompanhamento psicoprofiláxico (preventivo) dos atletas e das equipes. Há psicólogos especialistas nesta área. O importante é a prevenção porque depois que aconteceu, já era. Quem não se lembra do desempenho bem abaixo da média que a favorita Daiane dos Santos teve nas Olimpíadas de 2004? E, ainda mais traumático: do colapso de Ronaldo na Copa de 1998? Não é frescura, nem loucura: o corpo não é uma entidade separada da cabeça. Cuidar da saúde mental dos atletas brasileiros, na minha opinião, seria um investimento necessário.
|
|